sábado, 30 de maio de 2009

Alícia Lieche dos Santos

O dia 29 de maio de 2009 marca a despedida da útima sobrevivente dos Liasch da primeira geração nascida aqui no Brasil. Faleceu aos 85 anos e deixará muitas saudades em todos os que tiveram o privilégio de conhecê-la.

Particularmente, vou sentir muitas saudades da tia Alícia. Eu sempre ia na casa dela, em Marques dos Reis e em Ourinhos, e ficava horas ouvindo as suas histórias, enquanto ela lavava roupa, costurava ou fazia comida. Lembro dela brigando com o tio Ananias, um bom e grande sujeito, mas que ficava muito chato quando tomava umas e outras.

Alícia Lieche dos Santos (lembro que os cartorários dessa época eram quase analfabetos...) nasceu em 08 de dezembro de 1923. Conheceu Ananias José dos Santos em 1944, no pátio da Estação Ferroviária de Cornélio Procópio, e casou-se com ele no mesmo ano.

Teve dois filhos, Natanael, nascido em 1946 e Sueli, nascida em 1950. Morou em Cornélio Procópio, Jacarezinho e, finalmente, Ourinhos, depois que o tio Ananias aposentou-se como ferroviário da RFFSA.

Tia, nós te amamos, esteja onde estiver.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Fotos da família

Lá vão algumas fotos da família dos Liasch, com os devidos comentários:

Alexandre Liasch sofria de catarata, e era cego desde muito jovem. Nunca se casou, e morou com a família de Paulo Liasch até seu falecimento.
Essa foto é da tia Alicia e sua família: Natanael (Nato), Sueli e o tio Ananias, em Marques dos Reis, quando o tio trabalhava na RFFSA. A foto é do final dos anos 60.

Nessa foto, estão a Tia Mariana do tio Jorge, com os filhos Eldo (à esquerda), Maria Helena (no colo) e Ismael (à direita), por volta de 1953-54.

Este é o porto francês de Cherbourg em 1911, de onde a família Liasch embarcou no RMS Amazon para o Brasil. O navio fez escalas em Vigo (Espanha), Lisboa (Portugal), Recife, Salvador, Rio de Janeiro e Santos, onde desembarcaram, em 15 de julho de 1911, um sábado.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Aeroporto de Londrina


Meu pai, Jonas Liasch, e minha mãe, Diva Carmona, se conheceram no Aeroporto de Londrina, quando meu pai trabalhava na Varig e minha mãe na Real Aerovias. Eram vizinhos de balcão no aeroporto. O Aeroporto de Londrina vivia sua época de ouro, era o terceiro mais movimentado do Brasil, atrás somente do Aeroporto de Congonhas/SP e do Aeroporto Santos Dumont/RJ. Meu pai começou a trabalhar na Varig no Aeroporto de Cornélio Procópio, em 1954, como operador de base. Tinha apenas 23 anos. Meu tio Demétrio também trabalhou na Varig.